Quantos rins temos?

Perguntado por: ocunha . Última atualização: 16 de julho de 2022
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O trato urinário normalmente é formado por dois rins, dois ureteres, uma bexiga e uma uretra, conforme demonstra a figura.

Os rins são dois órgãos localizados em ambos os lados da coluna vertebral, atrás das últimas costelas, e medem aproximadamente 12 centímetros. Pesam cerca de 150 gramas cada.

“Não tem problema. A pessoa consegue viver perfeitamente com um rim só. O órgão que permanece no corpo sofre o que chamamos de uma hipertrofia. Esse rim aumenta de tamanho e, inclusive, consegue aumentar as funções para compensar o que foi retirado”, disse.

É possível viver com apenas um rim e levar uma vida normal e saudável, desde que a pessoa realize, ao menos, uma consulta anual com o médico que a trata. Também é necessário verificar a pressão arterial periodicamente.

Função. A função dos rins é, entre outras, filtrar o sangue para eliminar substâncias nocivas ao organismo, como amônia, ureia e ácido úrico. Eles também atuam secretando substâncias importantes para nossa saúde.

O médico esclareceu que o rim, assim como pulmão e fígado, é um órgão que passa pelo processo de vicariação, ou seja, ele se regenera com facilidade. Por isso, uma pessoa é capaz de viver apenas com um dos rins.

"Quando os rins passam a funcionar entre 30% e 15% da capacidade é que os sintomas ficam mais proeminentes", explica. Conforme explica José de Resende Barros Neto, coordenador do Serviço de Nefrologia do Hospital Felício Rocho, as maiores causas da IRC são diabetes e hipertensão fora de controle.

“A evolução da doença renal é silenciosa e passa desapercebida, mesmo quando os rins funcionam com apenas de 15 a 20% da sua capacidade. Por isso é importante orientar a população para prevenir e identificar precocemente a DRC”, explica a nefrologista do HCor.

Como, em média, os rins filtram algo em torno de 100 ml/min de sangue, muitas vezes os médicos usam o valor em percentual para facilitar a compreensão. Deste modo, uma taxa de filtração de 50 ml/min pode ser considerada como rins que funcionam 50%.

É possível sofrer uma pequena perda de função renal, o que não afeta muito a expectativa de vida. Esta condição leva, em média, 25 anos para ser desenvolvida, segundo o instituto americano de pesquisa National Kidney Foundation.

A função renal pode chegar a 80% com um rim único. Mesmo podendo levar vida normal, é importante fazer acompanhamento periódico da saúde renal e seguir hábitos que valem para todo mundo: alimentação equilibrada, não fumar e beber com moderação. Fazer atividade física é uma recomendação médica.

Como modo geral manter a hidratação adequada, controle do peso, evitar exesso de sófio(sal, refrigerantes, condimentos). Porém dependendo da causa da cirurgia, da função do rim remanescente é necessário adequar a dieta e um nefrologista e uma nutricionista devem ser consultados.

“Não tem problema. A pessoa consegue viver perfeitamente com um rim só. O órgão que permanece no corpo sofre o que chamamos de uma hipertrofia. Esse rim aumenta de tamanho e, inclusive, consegue aumentar as funções para compensar o que foi retirado”, disse.

Uma em cada 1000 pessoas nasce com um rim; a esta situação chama-se “agenesia renal unilateral”.

Quem tem doença renal crônica não pode ficar desassistido e, por lei, tem direito a aposentadoria especial paga pelo INSS (Instituto Nacional do Seguro Social). Caso o paciente não tenha contribuído para a previdência, ele, no entanto, também tem direito a receber um salário mínimo mensal pago pelo governo.

Todas são as funções dos rins, exceto: a) eliminação de resíduos metabólicos. b) regulação do balanço hidroeletrolítico e do equilíbrio ácido-básico. c) conservação de nutrientes e glicólise. d) função endócrina.

Os rins são órgãos do sistema urinário relacionados, entre outras funções, com o controle da concentração de substâncias no nosso sangue. Nos rins a urina é formada, mais precisamente, nos néfrons, suas unidades funcionais.

Após 40 dias, o trajeto artificial realizado através de punção e dilatação já está cicatrizado, mas a lesão do parênquima renal pode levar mais tempo para recuperar completamente se houver processo infeccioso associado.

Doação de pulmão: também pode ser feita em porção, sendo geralmente doado o lobo inferior do órgão. Entretanto, diferentemente do fígado, esse órgão não se regenera, mas a retirada de uma porção não coloca em risco a vida do doador.

3) Fígado é o único órgão capaz de se regenerar
O fígado é o único órgão do corpo humano que tem capacidade para se regenerar. Ele pode reconstruir até 75% de tecidos perdidos - é por isso que o transplante intervivo de fígado é um dos mais comuns, ficando atrás apenas dos transplantes de rins.