Quais unidades federativas têm as maiores taxas de mortalidade infantil?

Perguntado por: amonteiro . Última atualização: 15 de julho de 2022
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Amapá

A unidade federativa com o maior índice é o Amapá, cujo valor da mortalidade infantil é de 23,0 seguido por Maranhão (20,3) e Rondônia (19,6). Já a menor taxa é a do estado do Espírito Santo (8,4), seguido por Santa Catarina (8,9) e Paraná (8,9).

Entre os principais motivos estão: a falta de assistência e de orientação às grávidas, a deficiência na assistência hospitalar aos recém-nascidos, a ausência de saneamento básico (desencadeando a contaminação de alimentos e de água, resultando em outras doenças) e desnutrição.

Dentre as 5 unidades federativas brasileiras com as maiores taxas de óbitos registrados a cada 100 mil habitantes em 2021 também estão: Rio Grande do Sul (1020), São Paulo (921), Paraná (912) e Minas Gerais (861). Top 5 unidades federativas com as maiores taxas de óbitos registrados a cada 100 mil habitantes em 2021.

Situação de mortalidade infantil é pior no Norte e Nordeste e melhor no Sul. com base no Sistema Datasus, base de dados do Ministério da Saúde.

O Peru, país com a maior taxa de mortalidade também deve apresentar o maior recuo da atividade econômica, tanto no PIB quanto no PIB per capita.

Região Nordeste do Brasil

A Região Nordeste do Brasil compreende os estados do Maranhão, Piauí, Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco, Alagoas, Sergipe e Bahia. É a região com o maior número de unidades federativas do país.

Identificou-se uma redução da mortalidade infantil, impactada principalmente pelo aumento da renda per capita, redução da taxa de analfabetismo (15 anos ou mais) e elevação da despesa total por habitante com saúde, por ano, segundo município.

Rio Grande do Sul

e) Verdadeiro – O Rio Grande do Sul é o estado brasileiro que possui a menor taxa de mortalidade infantil – 13,1 óbitos a cada mil nascidos vivos.

A mortalidade infantil é um importante indicador de saúde e condições de vida de uma população. Com o cálculo da sua taxa, estima-se o risco de um nascido vivo morrer antes de chegar a um ano de vida. Valores elevados refletem precárias condições de vida e saúde e baixo nível de desenvolvimento social e econômico1.

Segundo pesquisas do IBGE, a taxa bruta de natalidade no Brasil por mil habitantes era de 20,86 no ano 2000 e, em 2015 passou para 14,16. Já a taxa de mortalidade em 2000 era de 6,67 e em 2015 de 6,08.

A taxa bruta de mortalidade no mundo, de acordo com o “CIA World Factbook”, é de 8,24 por 1000 pessoas ao ano.

Segundo a pesquisa, os estados de Alagoas, Maranhão e Piauí possuem os maiores índices de analfabetismo do país, de 17,3% a 21,8%. As regiões Sul e Sudeste apresentaram taxas de analfabetismo de 4,9% e 4,8%, respectivamente.

Nos últimos 30 anos a redução de mortalidade geral para o Brasil foi de 47,5%, tendo sido maior a queda na região Centro-Oeste.

A taxa de natalidade na China, o país com a maior população mundial, caiu para o seu menor nível em mais de 4 décadas.

45 óbitos

Conforme dados do Fundo de População das Nações Unidas (Fnuap), a taxa de mortalidade infantil mundial é de 45 óbitos a cada mil crianças nascidas vivas.

As unidades federativas com maior área territorial são o Amazonas, com 1 559 167,889 km², e o Pará, com 1 245 870,798 km², ambas na Região Norte, ocupando quase 1/3 do território nacional, seguido por Mato Grosso, no Centro-Oeste (903 207,019 km²).

A região Norte abriga os seguintes estados: Acre, Amazonas, Amapá, Pará, Rondônia, Roraima e Tocantins. O Nordeste abrange Alagoas, Bahia, Ceará, Maranhão, Piauí, Pernambuco, Paraíba, Rio Grande do Norte e Sergipe. O Sul é composto por Paraná, Rio Grande do Sul e Santa Catarina.

São Paulo - Levando em conta os rendimentos conquistados pela população em idade ativa, o Distrito Federal possui as piores taxas de desigualdade de renda do país, segundo levantamento de EXAME.com com base nos dados da Pesquisa Nacional de Domicílios (Pnad 2013), do IBGE.

RIO - Santa Catarina é o estado onde a desigualdade de renda entre as famílias é a menor no país, dentre as 27 unidades da federação, de acordo com o mais recente Índice de Gini do rendimento domiciliar per capita, calculado pelo IBGE e divulgado nesta quarta-feira.

Além do Maranhão, que teve a menor renda domiliciar (R$ 676), em outros 12 estados, a renda média foi inferior ao valor do salário mínimo vigente em 2020, que era de R$ 1.045. São eles: Acre, Amazonas, Roraima, Pará, Amapá, Piauí, Ceará, Paraíba, Pernambuco, Alagoas, Sergipe e Bahia.