Quais técnicas são utlizadas na produção de insulina humana sintética?

Perguntado por: ahilario3 . Última atualização: 15 de julho de 2022
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No início da década de 80, os avanços da engenharia genética permitiram o desenvolvimento da insulina humana sintética, produzida a partir de bactérias, especialmente a Escherichia coli. O gene para a insulina humana foi inserido no DNA de bactérias, resultando na chamada insulina de DNA recombinante.

Como exemplo, a clonagem de genes humanos em Escherichia coli pode ser usada na produção de Insulina para pacientes com Diabetes. A partir do isolamento do RNA mensageiro do gene que codifica a Insulina, obtém-se o DNA complementar, o qual é inserido num plasmídeo, que, por sua vez, é introjetado na E. coli.

A primeira aplicação dessas terapias e uma das principais foi a criação da insulina sintética através da tecnologia do DNA recombinante para portadores da diabetes mellitus.

A insulina artificial é utilizada para tratamento da diabetes, condição caracterizada pelo excesso de glicose no sangue. A insulina é um hormônio produzido naturalmente pelo corpo que transforma a glicose, obtido pela alimentação, em energia. Quando essa produção está desregulada ou para de ocorrer, pode ser diabetes.

Os cristais de insulina, que são a matéria-prima para a produção de medicamento para o tratamento de diabetes, passarão a ser produzidos no Brasil por meio de um acordo entre a empresa mineira de biotecnologia Biomm, de Belo Horizonte, e a paulistana União Química.

No Brasil, o Instituto de Tecnologia em Fármacos (Farmanguinhos) da Fiocruz já dispõe de toda a tecnologia para a produção nacional de insulina humana recombinante.

O açúcar entra nas células pela ação da insulina, hormônio que é produzido pelo pâncreas, sempre que o açúcar proveniente da alimentação entra na corrente sanguínea.

A insulina de origem humana (NPH e Regular) é desenvolvida em laboratório, a partir da tecnologia de DNA recombinante e os análogos são preparações de insulina que sofreram alteração na cadeia de aminoácidos para melhorias no tempo de ação. As insulinas podem vir em frascos e canetas.

No início da década de 1980, os avanços da engenharia genética permitiram o desenvolvimento da insulina humana sintética, produzida a partir de bactérias, especialmente a Escherichia coli. O gene para a insulina humana foi inserido no DNA de bactérias, resultando na chamada insulina de DNA recombinante.

“A insulina glargina é um marco no tratamento da doença no país, porque permite aos pacientes um maior controle da glicemia e um estilo de vida mais flexível”, explica Rosangela Réa, endocrinologista e professora da Universidade Federal do Paraná, em Curitiba. Ela ganhou essa fama porque sua ação é mais estável.

A insulina regular é uma insulina rápida e tem coloração transparente. Após ser aplicada, seu início de ação acontece entre meia e uma hora, e seu efeito máximo se dá entre duas a três horas após a aplicação. A Insulina NPH é uma insulina intermediária e tem coloração leitosa.

A insulina vegetal, é uma planta medicinal de nome científico Cissus sicyoides, que é rica em flavonóides, resveratrol, cumarinas e taninos, que lhe conferem propriedades antioxidantes e hipoglicemiantes, que podem ajudar a normalizar os níveis de açúcar no sangue, sendo, por isso, popularmente utilizada como remédio ...

A tecnologia, desenvolvida nos Estados Unidos, já é usada lá e também na Europa. Aqui no Brasil, foi aprovada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), a um custo de quase R$ 20 mil.

A insulina é um hormônio proteico produzido no pâncreas, mais precisamente em grupos celulares chamados de ilhotas pancreáticas. Nas ilhotas, há células alfa e células beta, sendo essas últimas responsáveis pela secreção da insulina.

pâncreas

O Glucagon é um hormônio produzido pelo corpo (pelas células alfa do pâncreas) que tem um efeito oposto ao da insulina (produzido pelas células beta do pâncreas), ou seja, aumenta o açúcar no sangue.

Ricos em nutrientes e fibras que ajudam a controlar o nível de glicemia no sangue, os carboidratos integrais - como arroz, pão e cereais - estão entre os alimentos indispensáveis para aumentar o nível de insulina.

VERDADE. O uso de insulina pode trazer ganho de peso, ou ajuda o indivíduo a recuperar o peso perdido com a descompensação do diabetes, já que é um hormônio que transporta o excesso de glicose do sangue para dentro das células e também é responsável pelo armazenamento de gordura.

As taxas de mortalidade foram comparáveis entre os grupos de dose de insulina; < 25 unidades por dia (46 por 1.000 pessoas/ano), 25 a < 50 unidades por dia (39 por 1.000 pessoas/ano), 50 a < 75 unidades por dia (27 por 1.000 pessoas/ano), 75 a < 100 unidades por dia (34 por 1.000 pessoas-ano) e pelo menos 100 unidades ...

Existem 6 tipos diferentes de insulina e estas são diferenciadas como BASAL, BOLUS e MISTURA.

No final de 1923, empresas farmacêuticas começaram a produzir insulina nos Estados Unidos e na Europa. No Brasil, a produção começou em 1978 e prosseguiu até 2001 na Biobrás, criada em 1971 pelo médico Marcos Luís dos Mares Guia (1935-2002), professor de bioquímica da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG).