O que é Autistmo?

Perguntado por: ogaspar . Última atualização: 16 de julho de 2022
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O transtorno do espectro autista (TEA) é um distúrbio do neurodesenvolvimento caracterizado por desenvolvimento atípico, manifestações comportamentais, déficits na comunicação e na interação social, padrões de comportamentos repetitivos e estereotipados, podendo apresentar um repertório restrito de interesses e ...

O autismo não possui causas totalmente conhecidas, porém há evidências de que haja predisposição genética para ele. Outros reportam o suposto papel de infecções durante a gravidez e mesmo fatores ambientais, como poluição, no desenvolvimento do distúrbio.

Assim, não existe cura para o autismo. Ao contrário disso, o que existem são intervenções que possibilitam à pessoa com autismo se desenvolver, adquirir habilidades sociais e conquistar autonomia e independência. É importante ressaltar que cada criança é única e tem suas singularidades.

Irritabilidade no colo; Pouca responsividade a amamentação; Dificuldade com a fala. O bebê não consegue pronunciar palavras como mamãe e papai.

Os pais têm mais chance que as mães de transmitir aos filhos genes com alterações que poderão resultar no desenvolvimento de autismo, e, quanto mais velhos são, maior o risco.

Se o primogênito for menina e o segundo filho for menino, as chances são de 16,7%; Quando os dois forem meninos, as chances são de 12,9%; Caso o primogênito for menino e o segundo filho for menina, as chances são de 4,2%; No caso se as duas forem meninas, as chances são de 7,6%.

O autismo é uma alteração genética, e não é possível a sua prevenção com alguma atitude em específico. Também não é possível descobrir se a criança terá autismo ainda na gravidez.

Para ela, é possível reverter o quadro de autismo se as intervenções forem feitas precocemente, a partir dos quatro meses de vida do bebê. “O autismo é uma doença neurodesenvolvimental que demora para se manifestar. Se a gente intervém antes de desenvolver, este bebê não vai chegar a ser autista”, destaca.

O "autismo leve" não é uma doença e, por isso, não é uma condição que precise ser curada. Com a estimulação adequada, os tratamento de fonoaudiologia, nutrição, terapia ocupacional, psicologia e educação adequada e especializada, a pessoa com "autismo leve" consegue atingir elevados níveis de desenvolvimento.

“O autismo não tem cura porque não é uma doença, é um jeito de ser, um modo de viver”, explica a psicóloca e psicanalista Bartyra Ribeiro de Castro, com a experiência de quem pesquisa o tema 15 anos e coordena, em Vitória, o Pipa (e rabiola): Projeto de Investigação Psicanalítica do Autismo.

Chorar, se debater no chão, gritar são alguns desses mecanismos característicos da birra. Outro aspecto comum da birra é que geralmente ela persistirá se a criança ganhar atenção pelo seu comportamento, mas diminuirá quando ignorado.

Atrasos na fala, problemas auditivos ou outros atrasos no desenvolvimento, como dificuldades de linguagem, fala ou audição podem ser confundidos com autismo. Assim como dificuldades motoras finas, de interação social e habilidades de pensamento prejudicadas também podem.

7. Como é confirmado o diagnóstico de autismo? O diagnóstico de autismo é clínico, ou seja, não existe um exame laboratorial ou de imagem que possa comprovar a presença do transtorno. Ele deve ser realizado por um profissional de saúde especializado, como um neuropediatra ou psiquiatra infantil.

Também existem algumas escalas padronizadas para o diagnóstico e rastreio de autismo, mas elas somente devem ser utilizadas por profissionais treinados e capacitados para isso. O CID-10 é o critério adotado no Brasil pelo Sistema Único de Saúde (SUS).

Onde é feito o diagnóstico do SUS? A família deve levar o paciente até a unidade de atendimento do SUS mais próximo de sua casa e perguntar se existe um CAPS/RAPS dentro de sua cidade. Caso a resposta seja positiva, é só se dirigir os CAPS/RAPS que os primeiros procedimentos serão feitos da melhor maneira possível.

Os resultados mostraram que quando os pais têm mais de 50 anos, o risco de autismo da criança é 66% maior em relação aos filhos de pais com 20 anos. Causa – Os autores atribuíram este aumento no risco às mutações genéticas no esperma resultantes do envelhecimento.

Em relação aos fatores de risco do autismo, eles são os seguintes:

  • irmãos com autismo;
  • pais com idade mais avançada;
  • condições genéticas como Síndrome de Down e outras;
  • baixo peso no nascimento.

Fatores prenatais, perinatal e neonatais
Os fatores antes da concepção (prenatais), no parto (perinatais), e após o nacimento (neonatais), são fatores ambientais em estudo. A exposição da mãe a toxinas como o tabaco poluição, exposição a vírus e o uso de alguns medicamentos aumenta o risco de Autismo.

Investigadores britânicos esperam ter aberto caminho à possibilidade de detectar o autismo através de rastreios pré-natais, ou seja, durante a gravidez.

Assim, algumas estratégias importantes para o tratamento do autismo, seja em casos leves ou graves, incluem:

  1. Remédios. ...
  2. Alimentação. ...
  3. Fonoaudiologia. ...
  4. Musicoterapia. ...
  5. Psicoterapia. ...
  6. Terapia ocupacional. ...
  7. Psicomotricidade. ...
  8. Equoterapia.