O que a teoria celular afirma?

Perguntado por: nlacerda . Última atualização: 15 de julho de 2022
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A teoria celular é um dos conhecimentos fundamentais da biologia. Agora universalmente aceita, a teoria celular afirma que todos os seres vivos são compostos por células, a unidade estrutural e organizacional básica de todos os organismos e que todas as células vêm de células pré-existentes.

É comum dizer que uma célula é composta por três partes básicas: membrana plasmática, citoplasma enúcleo. Essa informação, no entanto, é incorreta quando analisamos alguns tipos de células. Todas as células possuem membrana plasmática e citoplasma, mas o núcleo é estrutura ausente em células procariontes.

A descoberta das células possibilitou o desenvolvimento e crescimento de várias ciências, entre elas a biologia. Além disso, possibilitou aperfeiçoar os métodos de classificação dos seres vivos.

Uma Teoria Celular completa só emergiu em 1830, pelos cientistas Matthias Jakob Schleiden e Theodor Schwann que a fundamentaram em dois pontos: 1) Todos os seres vivos são compostos por células; 2) A célula é a unidade básica da vida.

Célula é a menor unidade estrutural e funcional básica do ser vivo, sendo considerada a menor porção de uma matéria viva. Foi descoberta em 1665 pelo matemático inglês Robert Hooke, que observou células de cortiça através do microscópio.

No nível celular, além da HSR, há mais dois mecanismos de respostas: ao estresse oxidativo e ao estresse por ultravioleta. Os nomes, assim como aquele da HSR, derivam do estresse típico que suscita a resposta, entretanto, esta pode ser gera- da por diferentes tipos de desafios.

Núcleo Celular: estrutura esférica onde se encontra o DNA. Nucléolo: estrutura presente no núcleo das células. Coordena os processos de reprodução celular através da síntese de proteínas. Membrana Plasmática: estrutura celular fina que delimita a célula sendo responsável pela saída e entrada de sustâncias.

Tipos de células: como classificar?

  • Procariontes: bactérias e arqueobactérias;
  • Eucariontes: protista, plantas, fungos e animais.

É comum dizer que uma célula é composta por três partes básicas: membrana plasmática, citoplasma e núcleo. Essa informação, no entanto, é incorreta quando analisamos alguns tipos de células. Todas as células possuem membrana plasmática e citoplasma, mas o núcleo é estrutura ausente em células procariontes.

A célula é a menor unidade dos seres vivos com formas e funções definidas. Isolada forma todo o ser vivo, no caso dos organismos unicelulares ou junto com outras células, no caso dos pluricelulares. A célula tem todo o material necessário para realizar processos vitais, como nutrição, liberação de energia e reprodução.

É imprescindível o estudo das células para compreensão do funcionamento dos organismos vivos. O estudo auxilia a identificar e diferenciar os seres vivos com maior facilidade, de modo a conhecer as unidades fundamentais para o desenvolvimento e, principalmente a existência da vida.

A descoberta da célula foi possível graças aos avanços na área de microscopia, que permitiram uma melhor visualização de estruturas microscópicas. As células foram descobertas pelo biólogo Robert Hooke, em 1665, que observava cortes de cortiça (material de origem vegetal utilizado para fazer rolhas).

A principal diferença entre esses dois tipos está na estrutura celular. A célula procariótica caracteriza-se pela ausência de núcleo e estrutura simples. Já a célula eucariótica tem núcleo definido e estrutura mais complexa. Há mais de 3,5 bilhões de anos acredita-se que surgiu a primeira célula procariótica.

Ao observar finas fatias de cortiça, Hooke viu diversos buraquinhos que lembravam favos de mel. A cada um desses pequenos compartimentos ele deu o nome de célula - que significa "pequena cela". A cortiça é uma árvore, material de origem vegetal.

Em todas as células eucariontes (ou eucarióticas ou eucariotas) encontram-se duas regiões fundamentais: o núcleo e o citoplasma. Envolvendo ambos e isolando a célula do meio extracelular, existe a membrana plasmática.

Voltando agora ao conceito de adaptação, temos 4 tipos de respostas adaptativas dentre elas: hi- pertrofia, atrofia, metaplasia e hiperplasia. Hipertrofia é um aumento do volume da célula e do órgão, sem aumento do número de células. A hipertrofia pode ser tanto fisiológica quanto patológica.

Tipos de adaptações

  • 1.1. Hipertrofia.
  • 1.2. Hiperplasia.
  • 1.3. Atrofia.
  • 1.4. Metaplasia.

A lesão celular ocorre quando as células são submetidas a um estresse tão severo que não são capazes de se adaptar, ou quando são expostas a agentes perniciosos. A hipóxia, a isquemia, os agentes físicos/químicos, os agentes infecciosos e as reações imunológicas são algumas das causas de injúria celular.

Cada célula possui um modelo de acordo com a sua função, e desse modo forma e função são conferidas por meio dos genes. A forma recebe influência de diversos fatores externos, como a pressão de outras células que as deixam achatadas.

Existem dois tipos de célula: as células procariontes, com estruturas mais simples, presente nas bactérias; e as células eucariontes, presente nos animais e vegetais.