Em que zona há mais lixo espacial?

Perguntado por: abarros . Última atualização: 15 de julho de 2022
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A maior parte dos detritos espaciais se encontra em órbita terrestre baixa, também conhecida como LEO (do inglês, Low Earth Orbit); embora haja também uma quantidade considerável de detritos na órbita geossíncrona, mais conhecida como órbita geoestacionária, a GEO (do inglês, GEostationary Orbit).

O lixo espacial representa mais perigo para satélites ativos e naves espaciais tripuladas no espaço (e futuras expedições espaciais) do que propriamente aos habitantes da Terra, pois, ao entrar em contato com a atmosfera, grande parte dos destroços é queimada e destruída.

A deposição de lixo espacial começou a partir dos estudos para o lançamento da nave Sputnik, pela antiga URSS (União das Repúblicas Socialistas Soviéticas), que ocorreu em 1957. Pedaços de equipamentos utilizados para dar suporte à nave permanecem no espaço ainda hoje.

As zonas mais afetadas são as órbitas polares situadas entre 800 e 1.200 km de altitude sobre a superfície terrestre, áreas onde se concentram vários satélites de observação.

Segundo um relatório do Pentágono, os "poluidores espaciais" em órbita podem destruir importantes satélites ao redor do planeta, provocando a interrupção do funcionamento de telefones, aparelhos de GPS, transmissões de redes de televisão e impedindo as previsões meteorológicas.

O lixo espacial é composto por restos de naves, tanques de combustíveis, satélites que foram desativados, ferramentas perdidas por astronautas e objetos metálicos, que ficam girando ao redor da Terra. Todos esses objetos podem provocar danos às novas naves que são colocadas em órbitas e também aos astronautas.

A maioria desses objetos volta para a Terra, atraídos pela gravidade, em poucas semanas. Devido às órbitas onde foram soltos e dado o seu tamanho diminuto, são facilmente deteriorados durante a reentrada na atmosfera do planeta. Fatos como esses não são de grande importância na problemática do lixo espacial.

Balões de hélio são conhecidos por colocar coisas em órbita, mas eles podem ser ótimos instrumentos para limpar o lixo espacial composto por satélites que deixaram de funcionar, segundo projeto da Global Aerospace Corporation, sediada em Altadena, na Califórnia.

A linha de Kármán, contudo, uma estimativa de altitude de 100 km (62 mi) acima do nível do mar, é consensualmente entendida como o "início" desse ambiente, sobretudo em tratados espaciais e registros aeronáuticos e astronáuticos.

Resposta:Lixo espacial é qualquer objeto lançado no espaço orbital da Terra que não tenha mais utilidade, tais como satélites desativados, fragmentos de satélite ou de foguetes, e até mesmo instrumentos e ferramentas perdidos por astronautas durante missões espaciais.

Os objetos na órbita da Terra podem ser de diferentes tipos: no caso dos chamados “detritos espaciais”, temos objetos artificiais produzidos por ação humana, e outros que são naturais, como meteoroides na órbita do Sol.

Mas afinal de contas, quanto lixo há no espaço? Segundo a Nasa - a agência espacial americana - existem aproximadamente 19 mil objetos com 10 cm ou mais detectados. Os objetos entre 1 e 10 cm chegam a 500 mil e aqueles com menos de 1 cm são estimados em dezenas de milhões.

A carga tem um peso estimado em 2,9 toneladas, segundo a NASA.

Poluição orbital ou lixo espacial. Elevado custo das missões espaciais é por vezes posto em causa face às necessidades urgentes da humanidade. Acidentes com perda de vidas humanas.

Especialistas estimam que haja em órbita mais de 750 mil peças de sucata, todas maiores do que um centímetro. Elas representam um perigo para satélites ativos, para a estação espacial e foguetes. Até mesmo pequenos destroços podem ter o efeito de uma bala. Quando acidentes acontecem, como em 2009, isso pode sair caro.

Resíduos especiais são todos os tipos de resíduos que precisam de um tratamento especial. Por isso, não devem ser descartados nem no lixo comum, nem no reciclável. Ou seja, você precisa encontrar no site do Recicla Sampa o ponto de coleta mais próximo da sua casa ou da sua empresa e fazer o descarte adequadamente.

Simples: a melhor opção para descarte de lixo seria arremessá-lo diretamente no nosso Sol, que pode ser considerada a fornalha mais eficiente do Sistema Solar. Isso porque os cerca de 5.800ºC da sua superfície seriam capazes de destruir por completo qualquer tipo de material.

A incineração do lixo consiste na sua queima em fornos desenvolvidos especificamente para essa finalidade. A destruição térmica do resíduo por oxidação ocorre em temperaturas que vão de 900° e pode chegar a 1250°C.

Há mais de 6.000 satélites a orbitar em torno da Terra, mas a maioria já é “lixo espacial”

US$ 1.6 bilhão de dólares para a SpaceX para 12 lançamentos (US$ 133 milhões por cada) de reabastecimento da Estação Espacial Internacional através da nave Dragon (com capacidade para até 5 mil libras) que dá um custo de cerca de US$ 27.000 por libra.